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Quando você está com a receita dos óculos na mão, vai até a ótica para mandar fazer, sempre tem a questão: qual lente devo usar? São cerca de  – acredite – quatro mil lentes disponíveis no mercado e cada uma tem uma função diferente. Claro que existem as principais e mais utilizadas. Para quem passa horas trabalhando na frente de um computador e precisa de uma proteção tem, por exemplo, a lente de filtro azul, ou até mesmo, em época de pandemia, quando é preciso usar óculos com máscara, uma boa escolha são as lentes antiembaçantes. Só que, como todo bom consumidor, o desejo é saber de que maneira essas lentes vão funcionar, ou seja, como você vai enxergar com a opção escolhida.

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VisioLens

Foi justamente pensando nas necessidades do consumidor que há seis anos a VisioLens começou desenvolver uma tecnologia que oferece ao cliente a possibilidade da escolha certa. “A tecnologia ajuda tanto o atendente da ótica quanto o consumidor a ter uma seleção de produtos que realmente vão trazer o máximo desempenho com o menor investimento possível. É a tecnologia que seleciona os produtos que fazem o dinheiro do cliente valer a pena”, destaca o responsável pela VisioLens, Kleber Cavalheiro. Com a experiência no mercado, já que trabalhava em uma multinacional japonesa que comercializa lentes, Kleber entendeu que o negócio está evoluindo, mas o atendimento ao cliente não. “Acabei percebendo que na última década a ótica evoluiu mais que o restante da história dela. Teve influência da moda, de novos materiais, novas tecnologias, novos tratamentos, porém a forma de atender o consumidor no balcão não evoluiu. O consumidor hoje é atendido no balcão da ótica da mesma forma que era atendido quando eu comecei há 16 anos. Com um papel e o vendedor desenhado a lente para ele, o campo de visão, e é o que ele tem para fazer uma boa escolha”, explica o empresário. Com isso Kleber concluiu que a forma de anteder também precisava mudar. O cliente não poderia mais ficar somente tentando entender o que a lente escolhida traria de benefícios e como ela de fato iria funcionar no dia a dia, ele precisava ter a certeza disso tudo. Analisando o mercado e as necessidades tanto da ótica quanto do consumidor, a tecnologia da VisioLens foi desenvolvida.

Fazendo a escolha certa

Com a tecnologia, através de um tablet, com o software da VisioLens, o cliente consegue ver como a lente escolhida vai funcionar. Pra isso existe um comparativo de como é a visão com e sem a lente oferecida. Sendo assim o consumidor passa a ter certeza na escolha e não é surpreendido quando os óculos são entregues. Por isso Kléber destaca, “a VisoLens traz essa experiência mais completa para o consumidor, uma experiência de compra digital. Ao chegar na ótica com uma receita de prescrição de óculos o consumidor consegue viver essa experiência digital, onde com o tablet a ótica demonstra pra ele todas as opções de lente que ele pode comprar para anteder aquela prescrição médica. Todas as opções de materiais que podem ser feitas a lente, todos os tratamentos que a lente pode ter, então é uma escolha as claras. Muito diferente de tudo que se via antes, quando não era uma decisão dele, ele simplesmente acreditava no que o vendedor falava”.

Em um mundo onde, segundo uma pesquisa publicada no Opthalmology Journal, até 2050 cerca de 4,8 bilhões de pessoas, ou seja, 49,8% da população mundial,  terão algum tipo de deficiência visual, o que vai exigir a necessidade do uso de óculos, fazer a escolha certa é a garantia de uma visão saudável.
A evolução tecnológica se tornou fundamental em todas as áreas, isso inclui a venda de óculos. Por isso Kleber ressalta que, “o consumidor precisa procurar uma ótica que tem atendimento digital”, essa é a principal aliada para quem busca ver o mundo com clareza.

Mercadão do Óculos

A tecnologia da VisioLens foi o principal diferencial oferecido pela rede de óticas Mercadão dos Óculos, por isso foi destaque no site Pequenas Empresa e Grandes Negócios. A tecnologia está disponível em 60 unidades e a expectativa é chegar a 80% da rede até o final de julho, são 313 lojas que fazem parte da rede e todas devem receber a novidade. As lojas onde a tecnologia já foi implementada, mesmo no momento de pandemia, tiveram um crescimento de até 40% nas vendas. De acordo com Kleber, o Mercadão conheceu a tecnologia através de uma franqueada de Florianópolis que implantou na loja e levou a ideia para a franqueadora que, segundo ele, “ficou encantada com a tecnologia”. Então os primeiros passos do sucesso foram dados, “ o Mercadão trouxe para nós um projeto de implementação em toda a rede deles e a necessidade de algumas alterações na nossa plataforma. Investiram pesado nisso, US$ 1 milhão – aproximadamente R$ 5,5 milhões na cotação atual – para ter isso como eles precisavam e a gente topou. Em três meses nós criamos um produto totalmente novo para eles, de acordo com as necessidades deles e esse ano a gente iniciou o processo de implantação”, explica Kleber. Ele lembra que quando a pandemia chegou acreditou que o projeto fosse paralisado, mas muito pelo contrário, para ele o Mercadão foi visionário, eles entenderam que “menos gente vai entrar dentro da ótica, então cada pessoa que entrar é uma oportunidade de ouro que não pode ser perdida, e a gente precisa ter alta performance para envolver o consumidor, encantá-lo, para conseguir o sim, então já que teremos menos oportunidade de negócio vamos aproveitar ao máximo”, analisou o empresário. Ele conta que a VisioLens foi liberada em algumas lojas em formato piloto e deu certo e faz questão de destacar, “não quer dizer que eles venderam mais óculos, quer dizer que eles venderam óculos melhores, com mais qualidade”.

A paixão por não desistir

Chegar até a tecnologia que hoje é referência não foi fácil. Ao longo de seis anos de caminhada foi preciso superar muitos obstáculos. O primeiro deles é aquele enfrentado por todo empreendedor, as burocracias para que algo seja desenvolvido. “O ambiente de negócios no Brasil é um ambiente bastante hostil, tudo é muito oneroso, tudo é muito burocrático, muito difícil e o projeto VisioLens sofreu com todas essas mazelas”, reflete Kleber. Ele ainda lembra sobre a desafio de montar a equipe, “a maior de todas as dificuldades foi encontrar mão de obra qualificada para tocar o projeto nesses seis anos. Você troca muita gente da sua equipe e repor gente qualificada é um desafio brutal”. Superando essas dificuldades ele ainda precisou entender a tecnologia, afinal de contas ela se atualiza, e o que hoje é novidade amanhã pode não ser mais. Essas mudanças foram umas das principais barreiras que tiveram de ser quebradas, por isso o empresário destaca, “um projeto longo como esse, quando você inicia ele o plano que você traça é baseado na visão de mercado que você tem nesse momento, no que você viveu até este momento. Em seis anos, meia década, muita coisa muda. Então em muitos momentos eu chegava em um ponto do projeto onde eu tinha um módulo pronto, mas aquele módulo já não servia para a realidade que estava presente. A prova disso é que eu estava desenvolvendo ele para computador, mas quando ele ficou pronto, depois de três anos, já era a o momento do tablet, então eu tive que desenvolver tudo de novo só que para mobile, para tablet”. Apesar dos percalços no meio do caminho, desistir nunca foi uma possibilidade. Por isso Kleber faz questão de ressaltar que sonho precisa ser sonhado até o fim,” mesmo diante das dificuldades, sempre tem uma forma de fazer as coisas, sempre existe um jeito. A maioria das pessoas não fracassa, elas desistem. A VisioLens só deu certo porque a gente não desistiu. O meio que está a nossa volta, tudo foi feito por pessoas e essas pessoas não são mais inteligentes ou mais especiais do que a gente, são apenas pessoas que tiveram uma boa ideia e que não desistiram”.

Próximos passos

Até o mês de julho três mil óticas já estavam usando o sistema em todo o Brasil. Além disso quase 1400 licenças foram vendidas para versão Windows e Aios que será lançada no mês de agosto. Kleber ainda pontua as parcerias, “com a força de vendas com a Linx e Totvs a gente espera chegar ao final desse ano com 10 mil unidades vendidas, 30% do mercado de óticas do Brasil. O passo seguinte é tornar o produto disponível para todo o resto do planeta. Temos planos do ano que vem atuar em 19 países”.  

Como ter a tecnologia?

Para a ótica que se interessa em ter a tecnologia para oferecer, não somente uma venda, mas uma experiência de compra para o consumidor, é simples. “A ótica pode fazer a compra do software ou o plano de recorrência mensal, onde paga uma mensalidade e usufrui de tudo que a plataforma oferece”, explica. A escolha sobre qual tablet será usado fica a critério da loja. “O tablet tenho um grande acordo com a Samsung, distribuo isso fortemente no Brasil, mas não é amarrado, o cliente pode optar pelo tablet próprio dele que pode adquirir em qualquer lugar”, esclarece Kleber.

Dedicação e paixão

Chegar ao ponto de ser referência no mercado somente acontece depois de muito trabalho e dedicação. Para isso é preciso ter a equipe certa, pessoas que não somente acreditam no produto, mas são apaixonadas por ele. Klebler destaca que, “ninguém faz nada sozinho, nem se eu fosse o super-homem eu conseguiria. Tudo isso, claro, cria um grande produto, um bom produto, mas a gente só chegou tão longe porque eu tenho dois grandes parceiros, o Cledison e o Lima. São pessoas muito mais experientes, mais inteligentes do que eu e que tem um apetite por negócio fantástico. Eles dormem e acordam pensando em negócios. E precisa ser assim, porque você não consegue o seu 100% todos os dias. Têm aqueles dias que você acorda e você é 40%. Aí é nesse dia que o seu companheiro precisa ser 160%. Ele tem que aguentar aquilo que falta em você e vice e versa. Então a gente forma uma grande equipe”.  Um verdadeiro time que entra em campo sempre para ganhar, por isso o empresário ressalta, “o principal mérito é a venda. É você todos os dias acordar, colocar a sua pastinha de baixo do braço e sair batendo de porta em porta, defendendo o seu produto, mostrando aquilo que você fez, colocando paixão naquilo que você faz”.

Ver a tecnologia sendo implementada cada vez mais no mercado enche o empresário de orgulho. “Me envaidece muito quando eu entro em uma loja e vejo o consumidor sendo atendido com o nosso produto, vivendo essa experiência de compra tão rica, tão completa. Isso nos deixa muito feliz”, destaca.
Olhar o caminho que foi traçado até agora traz uma sensação de dever cumprido, mas que sempre é possível fazer mais. “Hoje quando eu vejo o Mercadão acreditando na gente, quando eu vejo a Linx e a Totvs que são empresas gigantescas que juntas tem mais de 20 mil funcionários, quando eu vejo eles dizendo que tentaram criar um produto como o nosso no passado e que não conseguiram, e que hoje a grande aposta deles para esse ano é poder vender o nosso produto integrado com o software de gestão deles eu realmente fico muito feliz. Eu tinha boas expectativas, mas nem no meu melhor sonho a gente andaria tão rápido”, comemora Kleber.

Foram seis anos de dedicação, momentos difíceis, que exigiram paciência e confiança no produto para não desistir. Anos em que em o sonho foi crescendo juntamente com o projeto e os obstáculos foram sendo a força para continuar. A caminhada ainda é longa, tem o mundo para ser conquistado, mas para quem acredita e principalmente, para quem não desiste, mesmo nos momentos mais difíceis o sonho sempre pode ser realizado. Por isso Kleber, o empresário que sempre acreditou no potencial do produto que desenvolvia, destaca, “durante seis anos todo tempo livre que eu tive eu dediquei a esse projeto, toda a grana que eu tinha foi nesse projeto, e a gente não tinha certeza de nada. Então você realmente aposta. E você acredita que quando você coloca coragem, paixão, dedicação a chance de dar certo é maior e acabou dando certo, muito certo”.

Redação: Portal Costa Oeste

 

 

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