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Policiais paraguaios são suspeitos de ajudar quadrilha em mega-assalto

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access_time 29 de abril de 2017 chat_bubble_outline 0 comentários

A polícia do Paraguai investiga se policiais locais ajudaram a quadrilha responsável pelo mega-assalto à empresa de valores Prosegur.

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Na noite de domingo (23), um bando de cerca de 30 homens se aproximou da empresa e, durante três horas, tentou entrar no prédio onde o dinheiro estava guardado.

Os criminosos utilizaram metralhadoras e fuzis. Ao menos seis bombas foram usadas para ultrapassar as paredes blindadas do edifício. Delegados brasileiros e paraguaios acreditam que o crime foi organizado pelo PCC (Primeiro Comando da Capital).

Um policial paraguaio, que passava pelo local no momento do assalto, foi assassinado pelos bandidos. Fora este fato, não houve confrontos entre a quadrilha e policiais no momento do roubo nem durante a fuga em território paraguaio –os bandidos também queimaram carros e caminhões como barricadas.
Agora, investigadores da região apuram se houve ajuda ou negligência de agentes durante o assalto ou na fuga. Os criminosos fugiram para o Brasil em dois barcos pelo rio Paraná, que faz a divisa entre os dois países.

Apenas na cidade de Itaipulândia, já em território brasileiro, eles encontraram resistência: em um confronto com policiais federais, três suspeitos foram mortos em uma área rural. Até agora, 16 homens brasileiros foram detidos. Nesta quinta (27), sete deles foram libertados pela Justiça por falta de provas.

“Os departamentos internos [da polícia] estão realizando o trabalho. Estamos investigando se houve responsabilidade ou negligência. Hoje ainda não podemos dizer”, afirmou Tomas Cristaldo, comissário de Polícia Nacional do Paraguai.

Na terça-feira (25), dois dias após o mega-assalto, o governo do Paraguai afastou três comissários que comandavam o policiamento e investigações na região de Ciudad del Este, onde ocorreu a ação.

Segundo Lorenzo Lezcano, ministro do interior do Paraguai, os três policiais foram afastados porque “não passaram informações corretamente durante e depois do assalto”. Ele não explicou o que essa frase significa.

O roubo foi considerado por autoridades paraguaias como o maior já registrado na história do país. A polícia local disse que foram levados US$ 40 milhões. Nesta quinta, porém, o Ministério Público do Paraguai disse que a quantia informada pela empresa de valores foi menor, de US$ 11,8 milhões (pouco menos de R$ 40 milhões).
DRONE

Na manhã da última quinta-feira (27), a polícia paraguaia prendeu Wellington Tiago Miranda, 35, apontado como um dos chefes da quadrilha. Segundo Valdo Melo Jorge, comissário da polícia paraguaia, Wellington seria ligado à facção criminosa PCC.

A defesa do suspeito não foi localizada pela Folha.

Na casa de Wellington, foram apreendidos uma pistola 765 (com munição) e um drone. “No drone encontramos imagens da região da Prosegur até a ponte da Amizade”, disse o comissário. As imagens serviriam para organizar o mega-assalto e também verificar possíveis rotas de fuga da quadrilha.

De acordo com o comissário, Wellington alugou a casa há cerca de um mês, com mulher e filho. Ele foi denunciado por vizinhos. Na noite do assalto, moradores do condomínio viram sete carros com placas brasileiras paradas na frente da casa. Para a polícia, esses veículos foram usados durante o assalto.

Na casa, a polícia apreendeu quatro veículos (três com chapas brasileiras e outro sem placa). De acordo com o comissário da polícia paraguaia, carros com características parecidas foram vistos em imagens de vigilância da empresa Prosegur.

Fonte: folha.uol.com.br

 

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