Sanduicheria Iguaçu
MANAIN ABARCAÇA - propaganda portal costa oeste
Atchuca
Vip Barbearia
Artigos que valem a pena ler
Grave acidente: Carro fica destruído após colisão com caminhão na BR-277

Grave acidente: Carro fica destruído após colisão com caminhão na BR-277

access_time 9 de julho de 2019

Um gravíssimo acidente de trânsito foi registrado na noite desta terça-feira (09) na rodovia BR-277, proximidades do Contorno Oeste, em

Foz: Bandidos entram em atacado e rendem vigia para roubar casa de câmbio

Foz: Bandidos entram em atacado e rendem vigia para roubar casa de câmbio

access_time 18 de setembro de 2017

No início da manhã desta segunda-feira (18), assaltantes armados tentaram entrar em uma casa de câmbio e uma lotérica na

São Miguel: Mulher é morta com disparo de arma de fogo durante assalto

São Miguel: Mulher é morta com disparo de arma de fogo durante assalto

access_time 28 de junho de 2019

Uma mulher foi morta durante um assalto registrado na noite desta quinta-feira (27), na comunidade de São Jorge, no interior



Inclusão de pessoas em grupos de WhatsApp pode virar caso de Justiça

Inclusão de pessoas em grupos de WhatsApp pode virar caso de Justiça
access_time 12 de fevereiro de 2018 chat_bubble_outline 0 comentários

Você alguma vez já se sentiu constrangido ao ser incluído em um grupo de WhatsApp, sem consentimento prévio? Já saiu de comunidades online e na sequência foi adicionado novamente sem que quisesse? Pois é, em breve, esse tipo de atitude pode ser proibida pela legislação brasileira.

Publicidade

Na última semana, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal aprovou um projeto de lei que torna infração passível de multa a inclusão de pessoas, sem consulta, em grupos virtuais de redes como o Facebook e o WhatsApp, por exemplo.

De autoria da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), a proposta pretende alterar o Marco Civil da Internet para “exigir o prévio consentimento do usuário nos processos de cadastramento e envio de convites para participação em redes e mídias sociais”.

“Hoje, todos nós cidadãos, estamos sujeitos a sermos incluídos em qualquer grupo de rede social. Em qualquer grupo, WhatsApp, Facebook, todos. E se nós não tivermos o interesse de participar de determinado grupo, nós é que temos de nos manifestar, o individuo. Ou seja, uma inversão da lógica de toda a legislação brasileira”.

De acordo com o projeto, caberá à rede social ou ao aplicativo realizar, em seu banco de dados, o armazenamento do consentimento dado pelos usuários ao serem incluídos em comunidades. Caso não tenha existido autorização prévia, o provedor terá a obrigação de reparar os danos decorrentes do uso indevido dos dados do internauta.

Nas ruas, a proposta é vista com bons olhos por alguns, mas é rejeitada por outros. A funcionária pública Cristiane Silva, de 52 anos, disse que é constrangedor ver o parlamento discutir tal assunto enquanto outros de maior relevância, segundo ela, são deixados de lado. Para Cristiane, a solução é simples. Não quer participar de um grupo, saia.

“É o seguinte, eu acho que não deve ser punido porque as pessoas te colocam, mas é muito fácil você sair de um grupo, você pega e sai do grupo. Eu acho que não tem nada a ver”.

A cabeleireira Sara Jaqueline, de 32 anos, discorda. Ela conta que já foi incluída em grupos do qual não queria fazer parte e confessou ter sido uma experiência desagradável e embaraçosa.

A proposta que passou pela CCJ com duas emendas do relator, senador Romero Jucá (PMDB-RR), foi encaminhada para a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática. Lá, se for aprovada, pode ser enviada ao plenário, para outra comissão ou diretamente para a sanção presidencial.

Fonte: Agência do Rádio…

 

content_copyCategorias do post

Sem comentários

comment Sem comentários ainda

Você pode ser o primeiro a comentar!

Envie uma comentário

Deixe seu comentário