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Paraná

Ataque em Guarapuava: assaltantes não conseguiram acessar os cofres da empresa e fugiram sem levar dinheiro, diz comandante-geral da PM

O comandante-geral da Polícia Militar no Paraná (PM-PR), coronel Hudson Leôncio Teixeira e o secretário de Segurança Pública do estado, coronel Rômulo Marinho Soares, informaram que o grupo que aterrorizou Guarapuava ao tentar assaltar uma empresa de transporte de valores não conseguiu acessar o cofre.

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Os detalhes foram divulgados na manhã desta segunda-feira (18). O ataque de assaltantes que deixou três pessoas feridas.

“Não temos confirmação de reféns na Proforte, como foi dito. Eles tentaram acessar os cofres, não conseguiram acessar os cofres. Efetuaram disparos de arma de fogo contra o nosso pessoal”, disse Teixeira.

Mais de 30 criminosos fortemente armados tentaram assaltar uma empresa de transporte de valores, durante a noite de domingo (17), segundo a Polícia Militar (PM). Dois policiais e um morador ficaram feridos. PM acredita que o assalto tenha sido motivado porque há grande montante de dinheiro na sede da Proforte.

Os assaltantes fizeram moradores reféns e fecharam os acessos da cidade. Ainda conforme a PM, os criminosos estavam equipados com mochilas de mantimentos, kits de primeiros socorros e capacetes balísticos.

O comandante-geral da PM coronel Hudson afirmou que foram apreendidos oito veículos, sendo cinco blindados, sete fuzis, dois ponto 50, e capacetes balísticos.

A leitura do secretário de Segurança do Paraná é de que os suspeitos esbarraram na estratégia e no plano de contingência da polícia e por isso recuaram e desistiram de chegar ao objetivo.

De acordo com o comandante-geral da PM, o setor de inteligência da corporação tinha a informação sobre a grande movimentação de dinheiro e que o estado poderia ser alvo de uma ação desta dimensão.

Ele afirmou que há 29 pontos de policiamento na região de Guarapuava e que carros dos agentes estavam fora do batalhão que os suspeitos tentaram neutralizar e, por isso, a ação criminosa foi comprometida.

Os criminosos colocaram fogo em dois veículos em frente ao batalhão da Polícia Militar. Houve perseguição e confronto, que terminou com dois os policiais feridos.

Buscas por suspeitos

O secretário de Estado de Segurança Pública disse que três helicópteros auxiliam na buscas pelos criminosos. O cerco deve ser mantido pelos próximos quatro dias.

A polícia investiga a possível ligação do grupo que atuou na cidade em crimes similares em Criciúma (SC) e Araçatuba (SP). “Vários carros com placas de São Paulo. Estamos investigando se há conexão, e o secretário de São Paulo se colocou à disposição para ajudar”, complementou o secretário de Segurança Rômulo Marinho Soares.

Cerca de 200 agentes da polícia militar foram encaminhados para Guarapuava para auxiliar na busca dos suspeitos.

A polícia acredita que há criminosos feridos e orientou a população a repassar qualquer informação pelos canais de denúncia como os telefones 181 e 190.

Inclusive, batalhões de outras regiões do estado atuam para auxiliar o trabalho. Conforme as forças de segurança, neste momento, a população pode ficar tranquila.

Fonte: G1

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